Teresa Orlowski nasceu em 1957 em Breslávia, na Polônia, mas cresceu na Alemanha Ocidental. Desde jovem, demonstrou interesse por artes cênicas e comunicação, o que a levou a estudar jornalismo e trabalhar brevemente como modelo fotográfica. Sua fluência em polonês e alemão, aliada a uma personalidade extrovertida, abriu portas para uma carreira inusitada na indústria do entretenimento adulto.
No início dos anos 1980, Teresa foi descoberta por produtores alemães e rapidamente se destacou como uma das primeiras atrizes a trazer um ar profissional e sofisticado para o cinema erótico europeu. Diferente de muitas colegas da época, ela tinha experiência em produção e direção, o que a ajudou a fundar sua própria produtora, a Orlowski Films. Com isso, conquistou controle criativo sobre seus projetos e produziu mais de 50 filmes entre 1984 e 1992.
Além de atuar, Teresa Orlowski se tornou uma empresária visionária. Ela foi pioneira ao licenciar suas produções para emissoras de TV a cabo na Europa, expandindo o alcance do conteúdo adulto. Seu estilo de gestão era focado em qualidade técnica e narrativa, o que lhe rendeu respeito dentro e fora do setor. Nos anos 2000, ela se afastou das câmeras, mas continuou atuando como consultora de mídia e palestrante sobre direitos autorais na indústria do entretenimento.
Teresa é frequentemente citada como uma das figuras mais influentes do cinema adulto alemão. Sua abordagem empreendedora inspirou uma geração de mulheres a assumirem o controle de suas carreiras. Embora tenha mantido perfil discreto nas últimas décadas, seu nome ainda aparece em documentários e análises acadêmicas sobre a evolução da pornografia na Europa. Ela vive atualmente entre a Alemanha e a Polônia, evitando holofotes, mas mantendo contato com antigos colegas de indústria.
Orlowski nunca confirmou publicamente muitos detalhes sobre sua vida pessoal. Sabe-se que foi casada por breve período com um produtor alemão e que não teve filhos. Em entrevistas raras, ela destacou a importância de diferenciar a persona artística da vida real, algo que sempre defendeu como fundamental para o bem-estar de quem trabalha com entretenimento adulto. Sua discrição contrasta com a natureza explícita de seu trabalho, mas reforça sua imagem de profissional séria.